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Mais 20 pontos de monitoramento da qualidade das águas superficiais foram instalados, em 2009, pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) nas bacias hidrográficas dos rios Jequitinhonha, Mucuri e Pardo e nas Bacias do Leste. O total agora passa a 487 estações de amostragem em todo o Estado e há a previsão para a instalação de outros 10 pontos, este ano, na bacia do rio Paranaíba.
São metas do Projeto Estruturador Consolidação da Gestão de Recursos Hídricos em Bacias Hidrográficas, que em 2009 contou com investimentos de cerca de R$ 1,5 milhão. Em 2010, R$ 2 milhões serão investimentos o aperfeiçoamento do monitoramento das águas superficiais e subterrâneas no Estado. Além dos rios principais, o monitoramento pode ser estendido a alguns afluentes.
Estratégicos, os dados servem para fundamentar e orientar as decisões dos gestores na área de recursos hídricos, além de apoiar o planejamento de fiscalização do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema).
O Igam, por meio do Projeto Águas de Minas, é responsável pelo monitoramento da qualidade das águas superficiais e subterrâneas de Minas Gerais. Em execução desde 1997, o projeto disponibiliza uma série histórica da qualidade das águas no Estado e gera dados indispensáveis ao gerenciamento dos recursos hídricos. Atualmente, Minas possui 487 pontos de monitoramento de água superficial e 48 de água subterrânea.
As coletas são feitas trimestralmente e são realizadas análises físico-químicas, hidrobiológicas e ecotoxicológicas pela Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (CETEC), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Sectes).
Fonte: Instituto Mineiro de Gestão das Águas |